<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-27227365</id><updated>2011-04-21T13:50:15.428-07:00</updated><title type='text'>White Days</title><subtitle type='html'>Abra sua mente para o desconhecido...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://apocalipse-mental.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27227365/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apocalipse-mental.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>rochier...</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>2</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27227365.post-114627329455838422</id><published>2006-04-28T12:18:00.000-07:00</published><updated>2006-04-28T22:03:58.226-07:00</updated><title type='text'>Asas em queda. Olhos em chamas.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1809/2846/1600/Gen.1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1809/2846/320/Gen.1.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A bela imagem do sol se escondendo entre as nuvens, e logo todo aquele brilho esplêndido era oculto pelo horizonte. Toda aquela visão fazia com que ele se revigorasse. Havia acabado mais um dia, e ele estava novamente sobe o topo daquele prédio, apreciando a beleza caótica daquela imensa cidade. Se perdia entre as próprias orações, enquanto esperava por mais um dia. A cidade parecia perdida e isolada em sua própria beleza, e ainda mais... Parecia consumir aqueles que caminhavam em suas ruas. Raérn Thaminel fechou as longas asas brancas que despontavam de suas costas e mesmo aquele rosto inocente que parecia ter sido desenhado contra a pele devido à perfeição inspirava um certo medo. Mas, medo do que? Medo da 'vida' que levava. Ele tinha medo de si mesmo.&lt;br /&gt;Da mesma forma que ele temia a sua mente que era tão dividida, ele temia o ser que o acompanhava intimamente. Raérn Thaminel e Heiji Yoguro dividiam um mesmo ser. Parece difícil de entender, mas duas vidas eram grudadas de tal forma, que mesmo que eles não percebam, não podiam viver sem outro. Anjo e Demônio dividindo um mesmo ser... As coisas não podiam estar piores não é mesmo?&lt;br /&gt;Raérn era um Primordial, exemplo para sua bela raça, mas se diferenciava. Sentia a dor e os sentimentos de seu outro 'eu', e isso o fazia especial, como nenhum celestial podia ser,e o fazia solitário, como ninguem era.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Ó Deus, senhor e criador de todos os outros seres residentes desta terra profana... Dê-me força para aguentar o tormento de meu ser. Não considero meus dias como páginas viradas... Os considero como a cruz que diariamente eu carrego. O peso de minh'alma é grande... E o fardo aumenta cada vez mais dentro de meu ser. Este demônio corrupto me devora, mas necessito dele para viver. Ó Deus bom e piedoso. Dai-me força nesta longa jornada de luta. Dai-me força.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O anjo abriu as asas, assim como os braços, e se prostou de joelhos diante daquele imenso manto negro, e a lua que brilhava vermelha, lua de sangue banhava a cena do celestial erguer as mãos ao céu, invocação da figura divina de seu Senhor.&lt;br /&gt;No momento em que sentou a luz que envolvia seu corpo esquentar, sentiu uma pontada no peito. A dor aguda percorreu sua espinha, e ele sentia Heiji querendo escapar. Aquele calor divino o pertubava imensamente. Parecia impossível um ser tão puro se fundir a um tão contrário a ele.&lt;br /&gt;Sentiu os joelhos se firmarem no chão e o corpo inclinar para frente. As asas farfalhavam ao contato com o vento, então sentiu aquela mesma pontada agora na cabeça. Levou a mão até ela, apertando-a para ver se aliviava a dor, mas nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você não vai me corromper maldito!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ar pareceu pesar. A lua de sangue brilhava, e aquela voz maldita soava na mente dele. Uma voz pesada, bela, mas igualmente demôniaca. Podia despertar os piores pesadelos em qualquer coração bom, de qualquer pessoa, em qualquer lugar. A voz cega, então, sem rumo e sem medidas, envolveu a mente santa de Raérn.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-"Hum... Clama ao pai por quê? Ele não te ouve mais. Você é um perdido, Thaminel. Um ser celestial que caiu de onde mora o teu pai, e não o meu. Eu profano estas terras... Eu corrompo almas... E você? Você chora, lamenta e não faz nada. Sabe o por quê? Por quê você não pode mais. Não vê que és profano? Não vê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Cala-te, ser infernal! Me deixe em paz! Não vê que tu práxix é tu crisis? Deixe minha mente em paz!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E com isso, abriu os olhos, que estavam irradiando uma luz quente e envolvente. As pregas mongólicas que acentuavam a tua aparência oriental pareciam ainda mais destacadas, e os olhos de Raérn se tornou azul cego, enquanto a asas liberavam uma fumaça negra muito espessa. Ele estava se libertando do mal, mas sabia que ele voltaria. Os cabelos negros eram curtos, mas permitiam-lhe a franja cobrir os olhos em chamas cegas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não posso te expulsar... mas posso me contêr em ouvir suas palavras venenosas. Me deixe contemplar esta noite... Apenas hoje!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se ouviu mais nada. As asas pareciam se dissolverem em meio à neblina noturna, e os olhos cansado estavam voltando à ser os mesmos olhos castanhos. A brisa leve balançava seus cabelos e tudo se tornou vago por alguns instantes. A lua, o céu, o ar... Tudo permanecia quieto e aquele silência rompia o véu entre ele e o mundo. Respirou fundo enquanto mantinha o corpo jogado para frente, os joelhos dobrados, a alma dividida. Uma lágrima de sangue rolou de seu olho direito, e a dor o dilacerava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Dai-me Deus, apenas uma noite. Apenas mais uma... E eu me controlarei novamente para não cair em tentação. Ouça seu servo tão pequeno que aqui vos chama. Apenas mais uma noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixou que o sangue que rolava pelo rosto cair ao chão, deixando a marca de sofrimento da criatura correr pelo chão de concreto do topo do prédio.&lt;br /&gt;A lua de sangue banhava o anjo... Mas mesmo a bela imagem dele não mudava nada a situação dele. O bem e o mal andam juntas e de mãos dadas. Só os cegos não vêem isso.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27227365-114627329455838422?l=apocalipse-mental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apocalipse-mental.blogspot.com/feeds/114627329455838422/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27227365&amp;postID=114627329455838422' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27227365/posts/default/114627329455838422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27227365/posts/default/114627329455838422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apocalipse-mental.blogspot.com/2006/04/asas-em-queda-olhos-em-chamas.html' title='Asas em queda. Olhos em chamas.'/><author><name>rochier...</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27227365.post-114625131318716439</id><published>2006-04-28T12:02:00.000-07:00</published><updated>2006-04-28T21:56:51.316-07:00</updated><title type='text'>Sangue fraco... Lua plena.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1809/2846/1600/web002-2.1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1809/2846/320/web002-2.1.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Não... Ele não está perdido. Ele vaga por estes becos, ele entra em nossa mente e nos tira a vida. Ele está aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No quarto escuro, a única luz que clareava o ambiente era a da lua cheia, que entrava por uma fresta da janela. Sobre a escrivaninha, papéis, fotos, recortes de jornais e um copo de café. Em frente à ela, um rapaz de aparência exausta, que tinha o rosto coberto pouco iluminado.&lt;br /&gt;Jay Kleef trabalhava a cerca de cinco anos como detetive particular da Polícia de Nova Iorque, e estava no encalço de um serial killer. E mesmo depois de cinco anos, o assassino ainda continuava a trabalhar. Atacava geralmente a noite, quando todos tinham os olhos fechados, e sempre ao amanhecer um corpo era encontrado.&lt;br /&gt;Chamavam-no de "O Vampiro", mas todos sabem... Vampiros não existem. Jay tinha lá suas dúvidas. De certo, nem todas as histórias sobre eles eram de fato fictícias. O tal assassino deixava marcas em diversas partes do corpo das vítimas, dois 'furos' lado a lado, que como foi comprado, eram marcas de perfurações feitas com caninos humanos. As vítimas foram encontradas em lugares parecidos, becos próximos à casa da vítima.&lt;br /&gt;Mas, o que rondava a cabeça do rapaz todas as noite era o fato de as vítimas não terem uma ligação. Nada em relação ao trabalho, nada que as aproximasse. E assim, a investigação ficava cada vez mais dificil.&lt;br /&gt;Já passava da meia noite, e Jay esfregou os olhos preguiçosamente depois do ultimo gole de café. Os cabelos loiros lhe caiam sobre os olhos castanhos, que se mostravam cansados a cada minuto passado. O rapaz se levantou da cadeira e se jogou na cama ao lado da escrivaninha. Fechou os olhos lentamente, se deixando levar pelo cansaço, mas algo o fez pular da cama.&lt;br /&gt;Alguem tocava a campanhia do apartamento. O rapaz balançou a cabeça e olhou no despertador. "01:23Am".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas... Que merda!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jay levantou-se da cama sonolento, e caminhou pelo corredor escuro do apartamento. O som da campnhania não parava de soar, o que o deixava irritado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Já vou! Já vou!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gritou Jay terminando de cruzar o corredor. Tocou finalmente a trava do apartamento e destrancando a porta, segurou com firmeza a maçaneta e a girou. A porta foi aberta lentamente, mas para o desagrado de Jay, não havia nínguem atrás dela. Coçou a cabeça nervosamente e confuso, e olhou para os dois lados do corredor do prédio. Totalmente vazio e um silêncio assustador jazia ali. Deu os ombros e fechou a porta, trancando-a novamente. Sentiu apenas um vento frio passar pelo seu pescoço e um frio percorrer sua espinha. Aquela sensação de estar sendo observado... Aquele medo repentino. Devia ser apenas o sono. Tornou a caminhar pelo corredor sombrio, onde apenas seus passos eram ouvidos. Logo chegara ao quarto onde estava antes, e viu a cama. Queria logo dormir... Precisava trabalhar no outro dia e já fazia dois dias que não pegava no sono. Deu apenas um passo, mas logo este foi recuado com a visão que Jay teve. O corpo foi caindo para trás e logo o rapaz estava caido no chão, derrubando a estante de revistinhas em quadrinhos que ele colecionava. Nenhum som ou ruído pôde ser ouvido. O detetive não podia mais dizer nenhuma palavra. Havia uma figura sombria sentada em frente à escrivaninha, onde Jay estava há pouco tempo atrás. Um sobretudo 'arcaico', preto de tecido pesado, com abotuaduras em formato estrela detalhadas com uma pedra rubi no centro de cada uma delas. Os cabelos lisos e negros, que não passavam da altura dos ombros, e a pele branca se destacava a claridade da lua. Sobre a cabeça, havia um chapéu negro, de aba larga e alto no topo. Era por fim, muito elegante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hum... Fique feliz meu caro Kleef. Suas noites mal dormidas acabam justamente hoje!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um fino e sutil sorriso foi surgindo no canto dos lábios do rapaz, que se levantou lentamente, mas chegou até Jay numa velocidade incrível. O detetive não pôde acompanhar o deslocamento dele com os olhos, mas sentiu com certeza a mão fria que apertava agora seu pescoço e o levantava do chão uns dez centímetros. Veloz, forte e inteligente. Um monstro em pele de rico? A mão fria do estranho apertava com firmeza o pescoço de Jay, que já sentia o ar lhe fugir dos pulmões. Os olhos expressivos fitavam o rosto do desconhecido, aflito e agoniado. O que viria depois disso? Não demorou para ter sua resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não... Eu sou o seu Vampiro. E você é a minha próxima vítima!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rapidamente, Jay pôde ver os caninos do vampiro se alongarem, e logo aquela sensação de dor, mesclada ao prazer. Que coisa estranha. Sentiu as veias secarem aos poucos e sua força e vitalidade se esvairando do teu pobre corpo. O cheiro do sangue pairava no ar... E pôde sentir um fio de sangue escorrer pelo próprio pescoço, o sangue que fugia da boca daquele vampiro. As pernas trêmulas foram cedendo e os olhos foram se fechando. O cheiro do sangue, o vento frio, e Jay não viu mais nada... A lua plena a iluminar o manto cadaverico de alguem... Sem vida... Sem expressão... Sem esperança.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27227365-114625131318716439?l=apocalipse-mental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apocalipse-mental.blogspot.com/feeds/114625131318716439/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27227365&amp;postID=114625131318716439' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27227365/posts/default/114625131318716439'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27227365/posts/default/114625131318716439'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apocalipse-mental.blogspot.com/2006/04/sangue-fraco-lua-plena.html' title='Sangue fraco... Lua plena.'/><author><name>rochier...</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
